segunda-feira, 13 de setembro de 2010

To ficando levado!

Bom dia!

Alguns dias, pela manhã, o Rapha acorda e não me chama. Ele fica brincando no berço, rodando, arrancando o lençol, "subindo" no kit berço. Eu só sei que ele acordou pelo sons emitidos através da babá eletrônica. Eu nunca levanto, só quando ele começa a chorar ou a reclamar, do contrário, ele fica lá brincando. Hoje, quando eu levantei, tive uma supresa. O menino tinha tirado a manga do casaco. Como ele conseguiu fazer isso, eu não sei. rsrsrs Só sei que quando eu o encontrei, ele estava nesse estado:


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

1 ano

A data foi 8 de setembro, mas só agora tive tempo de escrever alguma coisa sobre ela.


Foi uma terça, um dia depois do niver do meu marido, amor da minha vida. Eu já estava desconfiada que estava grávida, mas não quis fazer o exame, por achar que era coisa da minha cabeça, como todas as outras vezes.

Apesar de a gente querer um bebê, foi um susto. Na verdade, nós queríamos muito, mas tínhamos medo. Fazia apenas 4 meses que estávamos casados e estávamos receosos do nosso desejo ser precipitado. A gente não assumiu que queríamos um filho. Assumir no sentido de parar o remédio, não se prevenir e deixar rolar. Eu tomava o antibebe, mas TUDO errado. Esquecia mais do que tomava.

Na quarta-feira, dia 2 de setembro, a família inteira foi para Belo horizonte. Minha cunhada estava se formando como oficial da Aeronáutica. Eu cheguei lá a noite, umas 23:30, com uma fome descomunal. Doía a barriga. Tudo fechado e eu procurando desesperadamente um lugar para comer. Arrumei um boteco e comi um misto quente. No dia seguinte, acordei com uma dor no seio. Uma dor que não aguentava levantar os braços. Pensei por um momento que poderia estar grávida, mas me esqueci, rapidamente, dessa possibilidade. Minha menstruação deveria vir dia 30 de agosto.

A formatura foi de manhã. E a festa começou na hora do almoço e terminou quase à noite. Bebi mais prosecco do que beberia normalmente. Ainda tomei um gole de uísque, mas nada significativo. Saímos a noite para encontrar minha amiga de BH, Renata Carvalho. No dia seguinte, fomos a Ouro Preto passear. Eu estava bem cansada e chata, muito chata, de mau humor. Meus sogros inventaram de ir a São João Del Rey depois de Ouro Preto e o que eu mais queria era ir pra casa. Tive uma briga horrível com o Renard. Talvez, a pior do nosso casamento. No final das contas, eles foram pra São João e nós fomos pra casa. Antes, fomos no SESC de uma cidade do interior de Minas. Eu, sem saber da gravidez, fiz um monte de doidera. Subi numa carroça, numa vaca (escultura). Maior loucura. Vou colocar as fotos. Rsrs

Chegamos em casa na sexta e no sábado a tarde viajamos de novo. Fomos para Região dos Lagos. Renard inventou de fazer o aniversário dele, 7 de setembro, em Cabo Frio. Eu comecei a desconfiar, realmente, da gravidez. Minha menstruação não tinha dado sinal, meus seios doendo e um leve enjoo. Na segunda feira a noite, eu queria comprar um teste na farmácia, seria o melhor presente de aniversário para o meu amor. Mas, com medo da decepção, desisti.

Voltamos pro Rio, dia 8, de madrugada. Assim que chegamos em casa, deixamos as coisas e fomos ao mercado. Na volta, enquanto eu arrumava os legumes na gaveta, corri para o banheiro. O enjoo tava forte. Resolvemos comprar um teste na farmácia. POSITIVO. Eu olhava para aquelas duas linhas e olhava pra minha barriga. Sensação mais estranha. E agora? Acontecia o que? Como funcionava? O que tinha que fazer? Confirmamos com o exame de sangue e começamos o pré-natal. Minha ficha só caiu quando eu fiz a primeira ultra e ouvi o coração do meu bebezinho bater, forte, rápido, o som mais gostoso. Aquele embrião de 5/6 semanas que media apenas 2mm hoje é o meu bebê, de 4 meses e 17 dias, minha vida, meu amor, meu bem mais precioso.





terça-feira, 7 de setembro de 2010

Sentei, mamãe!

Hoje, dia 7 de setembro, meu marido faz 28 anos e o Raphael resolveu presentear o papai! Sentou sozinho, sem apoio, pela primeira vez com 4 meses e exatos 15 dias. Eu, toda baboba, a mãe mais coruja do mundo, fotografei, claro!



segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O vilão da amamentação




A Organização Mundial da Saúde - OMS – recomenda: 6 meses de amamentação exclusiva. Até os 6 meses de idade, o bebê não precisa de nada, nem de água. Mas por que será que a maioria das mulheres não conseguem amamentar exclusivamente nem por uma semana? Na minha humilde opinião, o maior vilão da amamentação é o famoso COMPLEMENTO. Explico...

Amamentação é fazer conta: quanto mais o bebê suga, mais leite produz. Essa é a regra. A quantidade de leite que o meu seio produz está de acordo com a quantidade de leite que o meu bebê mama. Logo, se o meu bebê mama 30 minutos e depois eu ofereço a mamadeira com um complemento achando que o meu leite não foi suficiente, realmente ele não será. Pois aqueles 30 minutos não são suficientes para saciar a fome do bebê, entretanto, meu seio só vai produzir aqueles 30 minutos, já que o restante que saciaria o neném foi oferecido na mamadeira – o LA (Leite artificial). E esse ciclo vai "piorando" com o tempo, pois a medida que o bebê cresce, a mãe aumenta a quantidade de LA o que faz com que a produção de LM (Leite Materno) diminua. Ou seja, a cada mês, ele vai mamar menos LM e mais LA, causando o desmame precoce.

Temos outra questão: por que será que as mães que desejam amamentar oferecem o complemento? Respondo: por medo, insegurança e, o principal, desinformação. O psicológico afeta diretamente no sucesso da amamentação exclusiva. A maioria das mães acreditam que o LM sozinho não alimenta o bebê. Isso é uma tremenda MENTIRA. Toda mãe tem leite SUFICIENTE E DE QUALIDADE para alimentar o seu filho. O problema é que, na maioria das vezes, o leite demora a descer, até 72 horas. E durante esses 3, ou até 4 dias, o bebê mama em intervalos bem pequenos, porque o colostro, aquele leite ralo, sustenta por pouco tempo. Muitas mães apertam o peito desesperadamente e acham que não está saindo nada E SE DESESPERAM oferecendo a mamadeira. Mas acredite: se o bebê sugar, vai sair. Experiência própria. O problema é que aquele leite ralo não vai sustentar o seu filho por três horas. Até o meu leite descer, meu filho mamou com intervalos de 50 minutos, inclusive de madrugada. Mas, eu não ofereci complemento nenhum, salvo na maternidade, na primeira noite. Em casa, só peito. E isso estimulou a descida do leite em quantidade suficiente para alimentar o Raphael. Os intervalos das mamadas foram aumentando e, hoje, o Raphael fica, algumas vezes, de dia, até 4 horas sem mamar. De noite, já dormiu 10 horas seguidas, só com LM.

Existem algumas questões onde o LM parece não ser suficiente. A primeira delas é a sucção errada do neném. Se a sucção não estiver boa e a boca dele não pegar toda a aureola, ou a maior parte dela, ele não vai conseguir sugar LM suficiente. Isso vai acarretar horas a fio no peito sem saciá-lo completamente, causando a impressão de que o LM não sustenta. A solução para esse caso é só o ajuste da pega do bebê no seio e tudo se resolve. Amamentar não dói. Eu NUNCA senti dor. Quando o seio racha, fere, machuca, muito provavelmente, o neném está mamando errado.

A outra questão pode ser uma anemia severa na mãe. O corpo pega o que há de melhor do organismo da mãe para a produção do LM. Se a mãe não come ferro suficiente, por exemplo, o organismo tira da reserva para a produção do leite. Se a mulher está com anemia e não tem reservas, o leite materno vai secando aos poucos, não tendo quantidade suficiente para saciar o bebê.

A única questão física que PODE prejudicar de fato a amamentação é a cirurgia da redução de mamas, pois durante o procedimento alguma glândula pode ser afetada prejudicando a produção do leite. Mas, veja bem: PODE. Poder não significa que VAI. Algumas mulheres conseguem amamentar mesmo tendo feito a mamoplastia.  Repito: Essa é  ÚNICA questão fisica que pode prejudicar a amamentação. Bico pequeno, bico invetido, nada disso compromete... Experiência pessoal: meu bico é invetido num seio e pequeno no outro e meu filho mama exclusivamente há 4 meses e 14 dias.

A quarta e, na minha opinião, a principal questão é o COMPLEMENTO, A INSEGURANÇA E A DESINFORMAÇÃO. A produção do leite acontece primeiro na mente da mulher.

domingo, 5 de setembro de 2010

O peso vai bem, obrigada!

Sexta-Feira, 3 de setembro, tivemos a consulta de 4 meses no pediatra.

Raphael está ótimo. Engordou 450 gramas esse mês e cresceu 1 cm. Agora, pesa 8,05 kg e mede 64,5 cm.
Acho que meu filho vai ser baixinho... rsrsrs Ele sempre engorda bem mais do que cresce. Esse mês ele engordou pouco em comparação aos outros meses. Sua média de ganho era de 1,3 kg por mês. Mas, pelo que eu andei lendo e pesquisando, a partir de agora, eles passam a crescer e ganhar peso mais devagar. Graças a Deus! Pois não teria nem bolso e nem guarda roupa que resistisse a tanta perda de roupa.
As fraldas tamanho M estão pequenas nele para o meu desespero. Porque eu ainda tenho uns 15 pacotes de fraldas aqui e todos grandes com 50 fraldas cada um. Estou usando ainda até não dar mais MESMO. Por enquanto ainda dá, mesmo um pouquinho apertada.

Mês que vem, a pediatra disse que vai inicar a alimentação. Estou super ansiosa. Queria amamentar exclusivo até seis meses, mas eu estou doida pra ver como ele vai se comportar comendo. Ainda não resolvi, mas devo iniciar com 5 meses e meio, talvez. Vamos ver... Por enquanto, só LM exclusivo.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Nadando

Ontem, 1 de setembro, o Rapha foi na piscina pela primeira vez. Fiquei meio receosa, porque ele só tem 4 meses e água é clorada. Mas, ele adora água. Só chorou pra tomar banho nos primeiros dias de vida. Depois, ele brinca com a agua, bate o pé, molha o quarto todo e agora deu pra querer virar de bruço enquanto toma banho. É uma figura... Ontem foi uma luta, porque eu segurava ele e virava de bruço... NA ÁGUA. Ai eu virava ele de novo...
Por esse motivo, resolvi leva-lo pra dar um mergulho... Tadinho... a água estava gelada, mas ele não ligou muito... Brincou, "nadou" e depois ainda tomou uma deleciosa chuveirada. Foi uma delícia!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

ESTÁ LIMPO, MAMOU. POR QUÊ CHORA? (BÉSAME MUCHO)

Extraído do livro Bésame Mucho, do Dr. Carlos González. Seu bebê é desinteressado
Laura, de três meses, chora desconsolada. Mamou, tem a fralda limpa, não tem frio nem calor, não foi espetada por nenhum alfinete. Sua mãe a pega no colo, diz umas palavras carinhosas e no mesmo instante Laura se acalma. A mãe volta a pô-la no berço e no mesmo instante Laura volta a chorar.

- Não tem fome, não tem sede, não tem nada - dizem as más línguas. Que diabos quer agora?

Quer a sua mãe. Quer você. Não te quer pela comida, nem pela roupa, nem pelo calor, nem pelos brinquedos que ganhará no futuro, nem pelo colégio particular que você a levará, nem pelo dinheiro que você deixará de herança. O amor de um bebê é puro, absoluto, desinteressado.

Freud acreditava que os bebês amam sua mãe porque dela obtém alimento. É a chamada teoria do impulso secundário (a mãe é secundária e o leite é o primário). Bowlby, com sua teoria do apego, sustenta todo o contrário, que a necessidade da mãe é independente da necessidade de alimento e provavelmente maior.

Por quê você não desfruta, como mãe, dessa maravilhosa sensação de receber um amor absoluto? Você se sentiria melhor se seu bebê só a chamasse quando tivesse fome, sede ou frio e a ignorasse totalmente quando estivesse satisfeito? Ninguém negaria comida a um bebê que chorasse de fome, ninguém deixaria de agasalhar a um bebê que chora de frio. Você vai deixar de pegar um bebê que chora porque precisa de carinho?
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