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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O medo do mar

Graças a Deus vamos sair u pouco do assunto do sono, depois eu relato como em sido, mas não existem grandes novidades.

Quando o Rapha fez 6 meses, nós o levamos na praia pela primeira vez. Ele adorou a areia, brincou na sua piscininha, mas não tive coragem de levá-lo na água. Isso só foi acontecer quando ele já tinha 8 meses numa viagem de férias para Angra dos Reis.

Ao entrar na água, ele chorou de medo. Enquanto eu estava com ele no colo e em pé, ele estava tranquilo, mas era só eu ameaçar abaixar para me molhar que ele gritava. Acho que as ondas e o balanço das águas assustaram ele. Isso acontecia toda vez que iamos à praia, com uma diferença: era só eu andar em direção ao mar que se ele agarra com força ao meu biquini e quanto mais perto eu chegava da água, mais força ele tinha para segurar.

No domingo, 30 de janeiro, fomos a praia com meu irmão, a esposa e mais uns amigos. Como eu poderia prever, não foi diferente. O Rapha berrava todas as vezes que eu molhava ele no mar. Até que eu tive uma ideia. Coloquei-o sentado na areia, em uma distância que água chegava fraquinha e dava para ele brincar com ela sem ser "carregado". Ele adorou. A água vinha ele batia nela, quando ela demora para alcançá-lo, ele engatinhava em direção ao mar para ficar mais perto. Brincou muito, engatinhou "alguns muitos" metros pela beira da água e ficou parecendo um bife a milanesa. Depois de um tempo, resolvi levá-lo de novo para tomar banho e, para a minha surpresa, ele adorou. Ficou em pé na areia (dentro da água) e dava gargalhadas com a onda vinha e eu levantava ele. Chorou para sair. Quando eu me distraia, estava ele engatinhando para perto da água.

Foi um dia muito gostoso, muito divertido. Chegamos da praia 9 horas da noite.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Retirada dos pontos

Hoje meu bebezinho tirou os pontos. Graças a Deus! Não aguentava mais ver aquela testa costurada. Ele chorou um pouquinho, não pela retirada, mas porque eu tive que segurar suas mãos e pernas. O machucado ta bem cicatrizadinho, mas ficou uma cicatriz bem feia. Ainda ta meio vermelho da cicatrização. Espero que diminua bastante.




quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Um dia para nunca mais lembrar...

... mas impossível esquecer!

Era um dia normal, meu marido saiu pra trabalhar e eu estava dormindo junto com o Rapha na cama. De repente, eu ouço um barulho e choro. O Rapha tinha caído e estava com o rosto virado para o chão. Eu corri e quando eu virei o rosto dele, ele estava PURO SANGUE. Eu não conseguia ver onde tinha machucado. Só sei que o sangue escorria pelo rosto, corpo, mãos... a fralda estava vermelha. Peguei o Raphael e comecei a gritar: Pelo amor de Deus, alguém me ajuda, alguém me ajuda.. Sai pelo corredor de calcinha pedindo socorro. Ninguém apareceu...

Eu entrei com ele, tentei me acalmar.. Lavei o rosto dele e consegui ver o ferimento. Um corte enorme e fundo no meio da testa. Vesti minha roupa, peguei dinheiro pro táxi, peguei o Rapha sem nada, só de fralda e sai com ele pelo condominio. Um senhor viu o meu desespero e viu o meu filho todo cheio da sangue e me levou pro hospital.

No caminho, o Rapha tava rindo e até pediu para mamar com a testa aberta. Eu dei o peito e ele voltou a conversar. De vez em quando chorava um pouquinho... Cheguei no medico, a moça limpou com meu filho berrando, berrando.. devia ta doendo, tadinho...

Depois, a médica chegou, teve que prender os braços e as pernas como um charutinho, a enfermeira segurou a cabeça dele e deu a anestesia e depois suturou. Foi horrivel.

Voltamos pra casa , ele mamou e dormiu.

Queria nunca ter vivido esse dia. Queria nunca mais lembrar daquela ferida imensa na testa do meu pequeno. Queria nunca ter precisado segurar ele, enquanto ele berrava para a medica suturar. Esse era um choro que eu não queria e não precisava ter ouvido.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O primeiro machucado e a primeira malcriação!

Engraçado o título, né? O que uma coisa tem a ver com a outra? NADA, tirando o fato que aconteceram no mesmo lugar e no mesmo dia.

Segunda -feira, dia 27 de dezembro, teve uma confraternização de natal na casa da "chefa" rs. Eu tinha acabado de chegar e tava tirando a roupa do Rapha porque estava calor. Coloquei-o no braço do sofá (olha que imbecil, só eu mesma. ANTA!) e comecei a tirar o sapato. Nesse momento, a Mema (uma amiga) chegou e falou alguma coisa comigo que, a essa altura, não faço a menor ideia do que era. Quando eu fui responder, me distrai e soltei o Raphael e ele PIMBA no chão. Caiu de boca. Chorou até perder o choro. Peguei ele no colo e entrei em desespero quando vi sangue na boca e sem saber da onde tava vindo, onde tinha machucado. A Fernanda (dona da casa) pegou gelo e foi dando, aos poucos, pra ele chupar, fazendo-o rir, até a gente conseguir descobrir onde tinha cortado. Quando o ssangue estancou, identificamos o corte na parte de dentro do lábio superior. Não foi um corte pequeno, mas também não foi um corte enorme. Tudo resolvido (mais ou menos), voltamos para o nosso divertimento.

O problema todo dessa queda foi o dente. Na terça feira, levei ele ao pediatra. A consulta foi boa. Ele está com 9,5 kg e medindo 71 cm. Tudo ok com meu bebê. Mas a pedi disse pra eu observar o crescimento do dente pois pode ter machucado e eu só vou ver na medida em que o dente for aparecendo. A principio, ela não observou nada de anormal (os dentes ja cresceram quase a metade). Entretanto, hoje, quando ele sorriu, eu vi uma pontinha preta no dente. Fiquei apavorada, porque a pediatra disse que se tiver machucado, ele pode precisar de canal. Imagina? Tadinho do meu filho. E isso por causa de uma irresponsabilidade minha. Não preciso dizer que toda hora levanto o lábio dele para olhar o dente. Ora eu vejo o treco preto, ora não vejo. Vamos aguardar...

Bom, continuando o relato...

Coloquei o Rapha no chão, lá fora no quintal, e sentei ao lado dele. Ele arrancou um pedaço da grama e colocou na boca. O menino é rápido, você pisca e ele apronta. E, nessa fase, ele coloca TUDO na boca e o pior mastiga, seja lá o que for. O rapazinho é levadinho. Come todas as frutas sem ser amassada, com excessão de maça que eu raspo. O resto... morde e mastiga. Eita, como eu dou volta pra contar uma história. Rs Ai... Voltando... Ele colocou a grama na boca e eu, obviamente, abri a boca dele pra tirar a grama lá de dentro. O menino se enfezou. Parecia até gente grande. Gritou e me deu vários tapas. Acredite se quiser. E gritou como se tivesse brigando, reclamando. Uma figura. Eu, claro, deu uma bela de uma bronca que eu acho que ele entendeu o recado direitinho. Olhou pra mim, calou a boca e saiu engatinhando pra outro lado.

Ah esse menino...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Acho que eu me enganei


Eu sempre estranhei o fato do meu filho ser calmo. Afinal de contas, filho da Débora Branquinho não pode ser calmo. (Quem me conheceu há um tempo sabe, exatamente, o que eu estou dizendo. Quem me conheceu agora, nem tanto.) Enfim, o Raphael nunca me deu trabalho. Dá trabalho como toda criança, mas nunca me AQUELE trabalho. Nunca foi chorão. Só chora quando está com sono. Sempre ficou no berço, no carrinho, na cadeirinha do carro, sempre foi risonho, simpático, nunca estranhou ninguém. Era quase um anjo. Rsrs O que é muito curioso simplesmente pelo fato de ser MEU filho. Não tão curioso por ser filho do meu marido. Já que ele é o meu aposto. Logo, por esse motivo, eu achei que ele tivesse saído com a personalidade do Renard. Acho que eu me enganei. Tenho a leve sensação de que ele não vai ser fácil.

A primeira manifestação de que ele não era tão calmo assim foi a intensidade do seu choro. Ele demora a chorar, mas quando chora parece que o mundo está acabando. Muitas pessoas já ficaram assustadas com a altura e a força da sua voz quando quer alguma coisa. Eu ficava nervosa no primeiro mês. O menino chorava tão alto que eu achei que ele tivesse com cólica. Tentava de TUDO, mas nada adiantava. Como já mencionei no post "A saga do conhecimento", o Rapha chorava de sono. Nunca imaginei que uma criança fizesse um escândalo daquele tamanho para dormir.

Depois, o Rapha começou a se mostrar bem pirracento. Você pode achar que ele é muito novo para isso, mas não é. Eu demorei para perceber que era pirraça. Nunca deixei meu filho chorando, não acho certo e é a minha forma de educa-lo, sim educa-lo. Para mim, educar é dar carinho e conforto quando o bebê pede e, apesar de suas crises de birra, ele é só um bebê e não sabe se comunicar de outra forma que não o choro. Depois que ele começar a entender, conversar é outra história. Por enquanto, ele é só um bebê. Já falei sobre isso em "Pego no colo ou deixo chorar?". Mas, voltando ao assunto da birra, eu demorei a perceber que aquele choro era birra. Pois bem, certo dia, ele estava me pedindo colo e eu estava terminando de pentear o cabelo. Ele estava no colo da minha mãe. Fui conversando, aos poucos, com ele. Expliquei que eu estava penteando o cabelo e que a mamãe já ia pega-lo. Quando eu terminei de falar e virei as costas pra ir ao espelho, o menino começou a berrar, berrar, bater as pernas, os braços... Não saia uma lágrima. Mas berrava demais. Quando eu terminei de me arrumar e pentear o cabelo, o peguei. No mesmo instante, ele calou a boca e começou a rir. Foi ai que eu vi o quanto ele era birrento e pirracento e comecei a identificar essas crises e a tentar controla-las. Por exemplo: hoje, indo para o pediatra, ele começou a fazer exatamente a mesma coisa na cadeirinha do carro, eu esperei para ver se ele ia parar de chorar. Não parou. Eu o peguei, beijei, acalmei e coloquei-o novamente na cadeirinha. E ele foi, tranquilo.

Por último (que eu tenha percebido), ele é muito ativo, muito esperto e bem atento, além disso, quer participar de tudo e observa todo mundo. A pediatra disse que é bem incomum uma criança na idade dele já engatinhar. Acontece de o bebê sair do lugar, se arrastar, barrigar e tal, mas engatinhar é bem difícil. E o meu Rapha já engatinha faz mais de 20 dias. Isso também lembra a mãe. Ele também não para um minuto. Seja tomando banho, trocando fralda, comendo, dormindo, até dormindo ele se mexe o tempo inteiro. Enfim,
quase uma mini Branquinho
. Claro que sem características que foram muito prejudiciais, mas meu temperamento extrovertido poderia ser uma qualidade desde o início se não fossem muitos fatos que prejudicaram meu desenvolvimento psicologicamente saudável. Mas, isso não vem ao caso.

Mas fico feliz que meu filho seja ativo e tenha muito vigor. Sabendo educar, amar e colocar limites, não tem problema.

Olha que cara de quietinho. rs

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Aventuras na praia

Ontem, segunda-feira, 8 de novembro, levantei bem cedo e vi que ia fazer aquele sol. Acordei o Renard e propus uma ida a praia. Primeira vez que o Rapha ia brincar na areia e se molhar na água salgada.
Como meu filho é muito branco, quase transparente, e o sol estava muito forte, fiquei meio receosa. Fui mesmo assim, afinal já faz quase um ano que o último verão foi embora (rsrsrsrs).

Bom, começa a arrumação das coisas... Aquela panafernalha. Piscina, brinquedo, roupa, boné, protetor... Primeira vez que a gente leva um bebê na praia, nem sabíamos o que carregar. rs Esqueci a toalha. Nunca levei toalha para mim, sempre me sequei ao "ar livre". Nem lembrei que a criança ia sair da água e morrer de frio. Tadinho do meu filho.

No caminho, passamos no mercado para comprar a fralda de piscina, que, por sinal, é ótima. Adorei. Depois, enchi o menino de protetor, passei até nos dedos do pé. (Esqueci das orelhas, de noite a orelha do bichinho pegava fogo, que maldade).

Chegamos. Desce todo mundo.. piscina, bolsa, canga, Raphael, balde, brinquedo... Foi engraçado. Enchemos a piscininha dele e "jogamos" ele lá dentro. Você acha que ele queria ficar? Queria nada. A sensação da parada era areia. Comeu várias vezes, mesmo eu com 10 olhos em cima dele. O garoto é esperto. Fingia que tava só brincando e abaixava a cabeça, na minha primeira distração, enfiava a mão na boca. Ai ai ai... Depois de brincar bastanta na água (e na areia. rs), mamou e dormiu. Como eu NÃO havia previsto, ele saiu da água morrendo de frio, batendo o queixo. Enrolei-o na canga, enquanto mamava. Depois que dormiu, o cobri com a camisa do pai. Mesmo na sombra e enrolado na camisa, o pedacinho das costas que ficou de fora enquanto ele dormia, ficou vermelho a noite. Isso ele né? Porque a dondoca aqui está mais vermelha que um pimentão. Passei tanto protetor no menino e esqueci de mim. Vou postar a foto para vocês verem o estado da criança.(A criança nessa caso, sou eu.)

Depois que ele acordou, brincou mais um pouco. Saímos da praia e fomos pra casa. Certo? Errado. Tiramos a água de sal no chuveiro, trocamos a roupa e fomos para o shopping. Chegamos em casa quase 8 da noite. Mortos de cansados. rsrsrs






segunda-feira, 13 de setembro de 2010

To ficando levado!

Bom dia!

Alguns dias, pela manhã, o Rapha acorda e não me chama. Ele fica brincando no berço, rodando, arrancando o lençol, "subindo" no kit berço. Eu só sei que ele acordou pelo sons emitidos através da babá eletrônica. Eu nunca levanto, só quando ele começa a chorar ou a reclamar, do contrário, ele fica lá brincando. Hoje, quando eu levantei, tive uma supresa. O menino tinha tirado a manga do casaco. Como ele conseguiu fazer isso, eu não sei. rsrsrs Só sei que quando eu o encontrei, ele estava nesse estado:


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